Essa história conta a história de dois monges que estavam viajando juntos. Um dia, eles chegaram a um rio muito largo e profundo, e lá encontraram uma mulher que precisava ser transportada para o outro lado. Os monges eram rigorosamente treinados para evitar qualquer contato físico com mulheres, mas não sabiam o que fazer.

O primeiro monge, sem pensar duas vezes, carregou a mulher nos braços e a levou para o outro lado do rio. O segundo monge, porém, ficou muito chocado com a atitude do primeiro e não falou com ele pelo resto da viagem.

Quando chegaram ao mosteiro, o segundo monge contou ao abade o que havia acontecido e pediu ajuda para entender a situação. O abade então lhe disse: “Aquele monge deixou a mulher no rio, mas você ainda está carregando-a consigo”.

Essa história pode ser interpretada de várias maneiras, mas uma das principais lições é sobre a natureza da mente e como nós carregamos nossos pensamentos e sentimentos conosco, mesmo depois de deixarmos uma situação. O primeiro monge foi capaz de ajudar a mulher sem se preocupar com as regras do mosteiro, enquanto o segundo monge ainda estava preso a suas preocupações e julgamentos.

A história também toca em temas como a importância da compaixão e da ajuda ao próximo, bem como a liberdade de deixar de lado as regras e convenções sociais para fazer a coisa certa.

Em termos filosóficos, essa história nos lembra que a verdadeira liberdade vem de dentro de nós mesmos, e que é importante questionar as normas e convenções que nos são impostas, a fim de encontrar nosso próprio caminho e fazer a escolha certa.