O romantismo toma conta dos afetos como uma das principais maneiras de manter os vínculos, porém os românticos são na verdade solitários que só podem viver amores idealizados. O romantismo em si não se sustenta quando essa relação com o outro é trazida para a realidade.

Confira abaixo a fala de Ivan Capelatto no Café Filosófico.

Ivan Capelatto é psicólogo clínico e psicoterapeuta de crianças, adolescentes e famílias. fundador do grupo de estudos e pesquisas em autismo e outras psicoses infantis (gepapi), e supervisor do grupo de estudos e pesquisas em psicopatologias da família na infância e adolescência (geic) de cuiabá e londrina.

Mestre em psicologia clínica pela puc-campinas, é professor convidado do the milton h. erickson foundation inc. (phoenix, arizona, usa) e professor do curso de pós-graduação da faculdade de medicina da puc – pr. Autor da obra “diálogos sobre a afetividade – o nosso lugar de cuidar”.