Ei, motoristas: respeitem absolutamente todos os sinais de trânsito. Usem o cinco de segurança por consciência, e não por medo de levar uma multa. Levem a sério o curso de Direção Defensiva quando estiverem tirando carta. E tentem cultivar a calma e a paciência na arte de dirigir.

Escrevo este artigo porque, em uma manhã recente, eu estava dirigindo e minha irmã me acompanhava. Estávamos prestes a fazer um cruzamento, até que eu percebo um carro bastante apressado atrás de nós. Dei, então, passagem a ele. Assim, ele faz o cruzamento primeiro, e é quando um ônibus, não respeitando o seu PARE, colide com o carro e o arremessa alguns metros. Tive uma crise de choro na hora (como se isso fosse adiantar alguma coisa). Eu e minha irmã não termos nos acidentado faz parte desses acasos sobrenaturais da vida.
Dirigir é prático, gostoso e necessário. E não é porque se trata de uma atividade rotineira que a gente deve se esquecer que essa é uma das atividades mais perigosas do nosso dia-a-dia. Nós somos adultos e o trânsito não é lugar pra brincar, pra ser rebelde ou competitivo. É lugar de aplicarmos a nossa responsabilidade mais amadurecida.

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Caroline Fortunato
Autora de "O Lado Real do Abstrato." Nascida com a maldição da Literatura ao mesmo tempo em que salva por ela.

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